Como conferimos o que publicamos
De onde vem uma resposta da Da Mainha?
Uma informação só merece estar aqui quando sabemos de onde ela veio, quando foi conferida e até onde ela ajuda — sem fingir que uma regra geral resolve a vida de uma pessoa.
1. Começamos pela fonte responsável
Para explicar uma regra, procuramos primeiro a lei, a norma e decisões do STF quando elas forem relevantes. Para explicar um serviço, consultamos as páginas do INSS e as cartas de serviço do Gov.br. Um blog comercial pode levantar uma dúvida, mas não é usado sozinho para sustentar uma afirmação importante.
Guardamos o título, o órgão responsável, o endereço da página, as datas encontradas e qual informação aquela fonte realmente confirma.
2. Quando fontes oficiais não dizem a mesma coisa
Às vezes, uma lei e uma página de serviço usam palavras ou regras que não coincidem. Não escolhemos silenciosamente a versão mais conveniente: mostramos a diferença perto da explicação afetada.
Se essa dúvida impedir uma orientação segura, a página espera. Publicar depressa não vale mais do que deixar o limite claro.
3. Quem escreve não dá a palavra final
Pesquisa, redação, conferência dos fatos, edição e revisão técnica acontecem em etapas separadas. Além de erros, procuramos promessa escondida, pressa inventada, fonte vencida e qualquer pedido indevido de senha ou documento.
- cada página responde a uma pergunta principal;
- informações que mudam uma decisão apontam para a fonte oficial;
- a data da conferência fica visível;
- uma pessoa ou etapa diferente confere o trabalho de quem escreveu.
4. A decisão individual não é nossa
A Da Mainha organiza informação pública. Não calcula por quanto tempo a proteção do INSS continuou depois da última contribuição, não decide se essa proteção ainda valia numa data, não avalia documentos e não prevê resultado ou prazo de um pedido individual.
5. O que você pode cobrar de cada página
A política editorial não vive numa segunda URL. Ela é o contrato de saída deste método: clareza sem pressão, fonte próxima da afirmação, conflito visível, data de revisão e separação entre informação pública e decisão individual.
Uma página pode ter posição editorial — por exemplo, que senha não acompanha ajuda e que custo de cuidado inclui tempo — desde que deixe claro o que é fato da fonte, o que é julgamento da Da Mainha e o que continua incerto.
- nenhuma promessa de benefício, vaga, diagnóstico, cura ou prazo;
- nenhum pedido de CPF, senha, documento ou história da família;
- nenhuma urgência inventada para empurrar compra ou decisão;
- exemplo sempre identificado como hipotético, nunca depoimento disfarçado;
- resultado concreto, alternativa quando o método não cabe e limite de uso.
6. Faça uma auditoria de dois minutos
Escolha uma afirmação que mudaria sua decisão. Procure a fonte ao lado dela, confira órgão e data, leia o que a fonte realmente sustenta e marque o que ainda depende do seu caso. Se a página não permitir esse percurso, ela falhou — mesmo que o texto pareça acolhedor.
Saída prática: anote em quatro linhas ‘afirmação / fonte / incerteza / pergunta ao órgão’. Esse pequeno artefato ajuda a levar divergências ao canal responsável sem transformar a Da Mainha em autoridade oficial.
- Afirmação que importa: ____
- Fonte, órgão e data: ____
- O que ela não responde: ____
- Pergunta que vou levar: ____